DeslumbrAvante
Esta vossa amiga que nunca foi muito de festivais de verão resolveu tentar este ano uma coisa um bocado diferente: a festa do Avante. Nesta empresa fui acompanhada da minha camarada de blog, a Vanitas, e a Cristina, outra camarada não de blog, mas de muitas outras coisas. Longa foi a jornada desde Vila Real até a Quinta da Atalaia e longa foi a provação que passamos para arranjar lugar para o carro (desconfio que seja um teste comuna à capacidade de resistência do ânimo dos participantes). Mas quando cruzamos a entrada de EP na mão, o mundo lá se foi compondo e pudemos disfrutar de tudo o que o Avante tem para oferecer, que é muito: desde logo, um ambiente fabuloso com gente de todas as idades em alegre comunhão. Um sentimento de partilha generalizado, um à-vontade que nos vai invadindo, conduzindo e permitindo que possamos dançar,beber, fumar, disparatar sem problemas. Uma oferta de eventos variada, de qualidade e tão extensa que é impossivel prestar atenção a tudo. Um mundo gastronómico para descobrir e disfrutar que se desenrola ante os nossos olhos de tal modo que ficamos como o tolo no meio da ponte, sem saber muito bem onde queremos realmente almoçar. E o momento alto da Carvalhesa a fechar a noite, que não permite simplesmente que possamos ficar quietos, antes nos impele a saltar, a dançar a tudo menos a ficar quieto. Não posso esquecer o não tão visível trabalho produzido pelo voluntariado que põe esta festa de pé e a move. A prova que quando há vontade e disponibilidade é possivel construir algo de muito bom.
Não me vou alongar mais. Tudo que eu possa dizer não chegará para trasmitir os sentimentos, experiências, as amizades, as sensações que pude disfrutar nestes três dias. Agora resta o sentimento de desvanecimento da festa passada e a convicção que para o ano voltarei. Não vou muito em frases feitas nem em sloogans estandartizados, mas é impossivel não lembrar que "não há festa como esta!"


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